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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Teresina se mantém estável na inflação mensal

Renan Morais
Gil Oliveira

O estado do Piauí registrou estabilidade na inflação do índice de preços do consumidor referente ao mês de maio na capital Teresina. Em números, o percentual revelado é de 0.66%, com o setor de transportes como protagonista dessa pequena alta, considerável estável pela fundação Cepro, Centro de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí.

Se em maio de 2008, Teresina teve 1,13% de inflação e em maio de 2009, apresentou 0,81%, maio de 2010 consolida a boa fase econômica vivida recentemente pela capital piauiense, fechando mais uma estimativa anual com progressiva baixa.

A inflação anual da capital, considerando o intervalo entre os meses de junho de 2009 e maio de 2010, bateu a marca anualizada de 4,56% e só nos cinco primeiros meses deste ano, o índice se mantem em 3,33%.

Medido pelo recente índice de preços do consumidor, a cesta básica fechou em maio, por volta de 203 reais e 27 centavos, uma alta de 0,36% em relação ao mês passado. de acordo com avaliações da Fundação Cepro, essa alta no preço da cesta básica se deve ao aumento no preço dos alimentos, como o leite, com 6,19% e o feijão com 3,55%.

O presidente da Fundação Cepro, Oscar de Barros, avalia a estabilidade vivida neste mês de maio.

A nível nacional, a inflação brasileira fechou na casa dos 5,22%, com 5,48% de inflação do setor de alimentos, principal indicador da inflação no Brasil.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Setor de serviços aquece o PIB do Piauí

Hodercine Barros
Nayana Duarte

Os indicadores que analisam os principais comportamentos das atividades econômicas do estado apontaram através do PIB (Produto Interno Bruto), que o Piauí acumulou um crescimento de 36,07% e teve um aumento médio anual de 5,15% em sua arrecadação.

A estimativa do PIB feita para 2009 pela fundação Cepro (Fundação Centro de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí), mostrou que o crescimento da economia do estado foi motivada pelo setor de serviços que representa cerca de 74,18%, onde o principal agente foi o comercio varejista que registrou variação de 13,30%, segunda maior taxa do país.

O crescimento está ligado à redução do IPI (Imposto Sobre Produto Industrializado) e da CONFIS (Contribuição para Financiamento e Seguridade Social) que provocaram o aumento do consumo dos produtos da linha branca, automóveis e motocicletas.

Para o professor de economia, Francisco Prancacio, a política monetária está sendo eficiente, pois o mercado estava aquecido por conta da crise mundial de 2008. E em 2009, o mercado foi estimulado no ponto de vista produtivo e geração de renda, através da redução de IPI em diversas linhas de bens duráveis.

Fonte: Fundação Cepro

PIB e Inflação; quem influencia quem
PIB (produto interno bruto) é a soma de tudo que é produzido num País. Inflação é o crescimento continuado e generalizado dos índices gerais de preços, ela pode ser calculada a partir do IPC-Índice de Preços ao consumidor, através das cestas básicas.

Segundo a Cepro (Fundação Centro de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí), apontou que a cesta de produtos básicos custou ao teresinense, ao longo do mês de abril de 2010 a importância de R$202,54, comprometendo 39,71% do salário mínimo (R$ 510,00), o que equivale 87 horas e 22 minutos da carga de trabalho mensal remunerada.

A inflação tem um peso muito significativo, principalmente, na iniciativa privada, no planejamento econômico, no processo de geração de renda e na administração pública e consequentemente nos números do PIB.

Para se calcular o crescimento da economia de uma região é preciso ter em conta a inflação. No PIB os preços de todos os bens e serviços são multiplicados pelas quantidades transacionadas, neste caso uma região econômica terá de ter tido um crescimento pelo menos igual à inflação da sua região para que se possa concluir que a sociedade não terá ficado mais pobre do que ano anterior.

Grupo Carvalho contribui para o crescimento do setor atrelando-se à estratégias de marketing
Há mais de três anos a frente da Gerência de Marketing do Grupo Carvalho, Felinto Resende Neto, nos fala do grande desafio que é de atrelar as estratégias de marketing com o crescimento do comércio varejista.

Felinto Rezende Gerente de Marketing do Grupo Carvalho

Com uma colocação bem favorável no mercado, sendo a maior rede de supermercados do estado, ocupando a 3ª colocação do nordeste e 17ª no Brasil. A preocupação maior do grupo é sempre acompanhar de perto o tripé de sustentação – funcionários – clientes - fornecedores- analisando as necessidades de motivação, satisfação, cumprimentos de metas de pagamentos, que dão a eles bastante respaldo a nível local, nacional e até internacional.

Segundo Felinto Rezende, as principais estratégias utilizadas para impulsionar o crescimento do grupo está ligado principalmente ao mix de produtos e a massificação na hora de repassar os produtos em promoção, através dos meios de comunicação de massa, eles conseguem atingir o maior número de clientes.

Hoje estamos em uma posição bastante confortável, mas não significa dizer que estamos tranqüilos. Nós nos preocupamos em conservar esta posição, porque sabemos que é muito mais difícil manter essa situação do que crescer. Sabemos que a concorrência está em todo lugar e que aqui, no Piauí, ela está reconhecendo o potencial de compra do nosso consumidor”, declara Felinto.

Atualmente, o Grupo Carvalho conta com 69 lojas, sendo que, uma delas no seguimento de magazine, 20 no Atacado e 45 no varejo. É responsável pela criação de emprego e renda, pelo fato de garantir quase 7000 empregos diretos e quase 35000 empregos indiretos. Sendo considerado o maior arrecadador de ICMS - (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços Considerando as Empresas Privadas).

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