O estado do Piauí registrou estabilidade na inflação do índice de preços do consumidor referente ao mês de maio na capital Teresina. Em números, o percentual revelado é de 0.66%, com o setor de transportes como protagonista dessa pequena alta, considerável estável pela fundação Cepro, Centro de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí.
Se em maio de 2008, Teresina teve 1,13% de inflação e em maio de 2009, apresentou 0,81%, maio de 2010 consolida a boa fase econômica vivida recentemente pela capital piauiense, fechando mais uma estimativa anual com progressiva baixa.
A inflação anual da capital, considerando o intervalo entre os meses de junho de 2009 e maio de 2010, bateu a marca anualizada de 4,56% e só nos cinco primeiros meses deste ano, o índice se mantem em 3,33%.
Medido pelo recente índice de preços do consumidor, a cesta básica fechou em maio, por volta de 203 reais e 27 centavos, uma alta de 0,36% em relação ao mês passado. de acordo com avaliações da Fundação Cepro, essa alta no preço da cesta básica se deve ao aumento no preço dos alimentos, como o leite, com 6,19% e o feijão com 3,55%.
O presidente da Fundação Cepro, Oscar de Barros, avalia a estabilidade vivida neste mês de maio.
A nível nacional, a inflação brasileira fechou na casa dos 5,22%, com 5,48% de inflação do setor de alimentos, principal indicador da inflação no Brasil.
Os indicadores que analisam os principais comportamentos das atividades econômicas do estado apontaram através do PIB (Produto Interno Bruto), que o Piauí acumulou um crescimento de 36,07% e teve um aumento médio anual de 5,15% em sua arrecadação.
A estimativa do PIB feita para 2009 pela fundação Cepro (Fundação Centro de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí), mostrou que o crescimento da economia do estado foi motivada pelo setor de serviços que representa cerca de 74,18%, onde o principal agente foi o comercio varejista que registrou variação de 13,30%, segunda maior taxa do país.
O crescimento está ligado à redução do IPI (Imposto Sobre Produto Industrializado) e da CONFIS (Contribuição para Financiamento e Seguridade Social) que provocaram o aumento do consumo dos produtos da linha branca, automóveis e motocicletas.
Para o professor de economia, Francisco Prancacio, a política monetária está sendo eficiente, pois o mercado estava aquecido por conta da crise mundial de 2008. E em 2009, o mercado foi estimulado no ponto de vista produtivo e geração de renda, através da redução de IPI em diversas linhas de bens duráveis.
Fonte: Fundação Cepro
PIB e Inflação; quem influencia quem PIB (produto interno bruto) é a soma de tudo que é produzido num País. Inflação é o crescimento continuado e generalizado dos índices gerais de preços, ela pode ser calculada a partir do IPC-Índice de Preços ao consumidor, através das cestas básicas.
Segundo a Cepro (Fundação Centro de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí), apontou que a cesta de produtos básicos custou ao teresinense, ao longo do mês de abril de 2010 a importância de R$202,54, comprometendo 39,71% do salário mínimo (R$ 510,00), o que equivale 87 horas e 22 minutos da carga de trabalho mensal remunerada.
A inflação tem um peso muito significativo, principalmente, na iniciativa privada, no planejamento econômico, no processo de geração de renda e na administração pública e consequentemente nos números do PIB.
Para se calcular o crescimento da economia de uma região é preciso ter em conta a inflação. No PIB os preços de todos os bens e serviços são multiplicados pelas quantidades transacionadas, neste caso uma região econômica terá de ter tido um crescimento pelo menos igual à inflação da sua região para que se possa concluir que a sociedade não terá ficado mais pobre do que ano anterior.
Grupo Carvalho contribui para o crescimento do setor atrelando-se à estratégias de marketing Há mais de três anos a frente da Gerência de Marketing do Grupo Carvalho, Felinto Resende Neto, nos fala do grande desafio que é de atrelar as estratégias de marketing com o crescimento do comércio varejista.
Felinto Rezende Gerente de Marketing do Grupo Carvalho
Com uma colocação bem favorável no mercado, sendo a maior rede de supermercados do estado, ocupando a 3ª colocação do nordeste e 17ª no Brasil. A preocupação maior do grupo é sempre acompanhar de perto o tripé de sustentação – funcionários – clientes - fornecedores- analisando as necessidades de motivação, satisfação, cumprimentos de metas de pagamentos, que dão a eles bastante respaldo a nível local, nacional e até internacional.
Segundo Felinto Rezende, as principais estratégias utilizadas para impulsionar o crescimento do grupo está ligado principalmente ao mix de produtos e a massificação na hora de repassar os produtos em promoção, através dos meios de comunicação de massa, eles conseguem atingir o maior número de clientes.
“Hoje estamos em uma posição bastante confortável, mas não significa dizer que estamos tranqüilos. Nós nos preocupamos em conservar esta posição, porque sabemos que é muito mais difícil manter essa situação do que crescer. Sabemos que a concorrência está em todo lugar e que aqui, no Piauí, ela está reconhecendo o potencial de compra do nosso consumidor”, declara Felinto.
Atualmente, o Grupo Carvalho conta com 69 lojas, sendo que, uma delas no seguimento de magazine, 20 no Atacado e 45 no varejo. É responsável pela criação de emprego e renda, pelo fato de garantir quase 7000 empregos diretos e quase 35000 empregos indiretos. Sendo considerado o maior arrecadador de ICMS - (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços Considerando as Empresas Privadas).