Alisson Oliveira

A utilização de plantas medicinais, para cura, tratamento e prevenção de doenças, é uma das mais antigas formas de prática medicinal da humanidade. No passado era o principal método terapêutico para tratamento da população.

A utilização de plantas medicinais, para cura, tratamento e prevenção de doenças, é uma das mais antigas formas de prática medicinal da humanidade. No passado era o principal método terapêutico para tratamento da população.
Muita coisa mudou, a medicina evoluiu, surgiram medicamentos contra quase todas as doenças, com vantagem de possuírem comprovação científica. Porém, a prática empregada há séculos não deixou de ser utilizada. Além de ser uma alternativa “eficaz” e barata, o uso desses fitomedicamentos (medicamentos de origem vegetal) são incorporados e respeitados no cotidiano, influenciados por hábitos, tradições e costumes.
No entanto, alguns especialistas observam que informações técnicas, ainda são insuficientes para a maioria das plantas medicinais, de maneira que proporcione e garanta qualidade, segurança e eficácia de uso das mesmas. Mas, salientam que já existem vários estudos e pesquisas sobre o assunto, e que determinadas plantas como a Babosa (foto ao lado) já são recomendadas por muitos profissionais, para males do fígado, reumatismo, hemorróidas, queimaduras e etc.
Segundo eles as pesquisas realizadas para avaliação do uso seguro de plantas medicinais no Brasil, apesar de muitas, ainda são incipientes, se for observado a grande quantidade e biodiversidade existente em nossa flora, e as milhares que são usadas pela população. Assim como o controle da comercialização pelos órgãos oficiais em feiras livres, mercados públicos ou lojas de produtos naturais.
Pessoas como o estudante de Biologia da Universidade Federal do Piauí-UFPI, Bruno Ayron, sente-se seguro ao utilizar os fitomedicamentos, pois adquiriu conhecimento sobre o uso terapêutico de plantas pela tradição familiar, e também na academia. “Utilizo Cachorro Pelado (Aveloz), Boldo da Terra, Erva Sidreira, Mastruz, Babosa, Noni, Hortelã, Gengibre e Cravo da Índia. Todos, uso desde criança, quando aparece alguma doença ou não. Logicamente, que utilizo de forma moderada, pois já estudei sobre cada uma delas e sei suas particularidades. Nunca ocorreu nenhuma eventualidade”, afirma.
O Professor de Farmacognosia da UFPI, Francisco de Assis, alerta sobre essa prática. “O risco de utilizar as plantas medicinais sem orientação de um profissional é tão grande quanto de um remédio convencional. Tem pessoas que usam determinadas plantas por um longo período de tempo, bem como a planta errada, e isso é bastante perigoso. Utilizar uma planta, juntamente com um medicamento sem prescrição médica, pode se transformar em uma “bomba” para o organismo”, ressalta.
Há a necessidade de conhecimento básico sobre plantas medicinais e principalmente quanto aos costumes da população, por parte dos profissionais da saúde. É o que afirma alguns especialistas, que os profissionais devem e precisam ser bem preparados pelas instituições, para que eles possam proporcionar suporte comunitário no emprego de plantas medicinais, oferecendo melhoria à saúde de menor custo, e resgatando valores culturais.
É muito importante que pesquisadores e a própria mídia (científica ou não), divulguem os riscos a que estão expostos os consumidores que se automedicam com as plantas medicinais, sem o conhecimento correto à sua utilização.
Algumas das plantas mais utilizadas em Teresina :
Romã: Adstringente, contra inflamações de garganta, amígdala e cólicas. Elimina vermes e lombrigas.
Quebra Pedra: Obteve sucesso em testes contra a hepatite tipo B. Dissolve caçulos renais, promove a desobstrução da uretra. Porém, contra indicado na gravidez.
Erva Cidreira: Tranqüilizante e sedativa. Indicada em crises nervosas e depressão.
Camomila:Tem propriedades calmantes, digestivas em casos de inflamações agudas e crônicas da mucosa gastrointestinal, cólicas e é também antiinflamatória.
Alcachofra: ótimo diurético (atua no rim, aumentando o volume e o grau do fluxo urinário), atua nos distúrbios digestivos, além de baixar a pressão arterial.
Alecrim: O chá é bom para combater a tosse, asma e gripe. Em banhos alivia o reumatismo e cura feridas.
Mastruz: Indicado nas moléstias das vias respiratórias, bronquites, asmas, catarros crônicos do pulmão, laringites.
Boldo da Terra: Indicado como analgésico, estimulante da digestão e combate azias. Efeitos colaterais: quando usado por longos períodos, pode causar irritação gástrica.
Noni: Dilatação dos vasos sanguíneos, melhorando a oxigenação e, consequentemente, a memória. A fruta contém betacaroteno, precursor da vitamina A arterial. Além ser rica em vitamina C e etc.
No entanto, alguns especialistas observam que informações técnicas, ainda são insuficientes para a maioria das plantas medicinais, de maneira que proporcione e garanta qualidade, segurança e eficácia de uso das mesmas. Mas, salientam que já existem vários estudos e pesquisas sobre o assunto, e que determinadas plantas como a Babosa (foto ao lado) já são recomendadas por muitos profissionais, para males do fígado, reumatismo, hemorróidas, queimaduras e etc.Segundo eles as pesquisas realizadas para avaliação do uso seguro de plantas medicinais no Brasil, apesar de muitas, ainda são incipientes, se for observado a grande quantidade e biodiversidade existente em nossa flora, e as milhares que são usadas pela população. Assim como o controle da comercialização pelos órgãos oficiais em feiras livres, mercados públicos ou lojas de produtos naturais.
Pessoas como o estudante de Biologia da Universidade Federal do Piauí-UFPI, Bruno Ayron, sente-se seguro ao utilizar os fitomedicamentos, pois adquiriu conhecimento sobre o uso terapêutico de plantas pela tradição familiar, e também na academia. “Utilizo Cachorro Pelado (Aveloz), Boldo da Terra, Erva Sidreira, Mastruz, Babosa, Noni, Hortelã, Gengibre e Cravo da Índia. Todos, uso desde criança, quando aparece alguma doença ou não. Logicamente, que utilizo de forma moderada, pois já estudei sobre cada uma delas e sei suas particularidades. Nunca ocorreu nenhuma eventualidade”, afirma.
O Professor de Farmacognosia da UFPI, Francisco de Assis, alerta sobre essa prática. “O risco de utilizar as plantas medicinais sem orientação de um profissional é tão grande quanto de um remédio convencional. Tem pessoas que usam determinadas plantas por um longo período de tempo, bem como a planta errada, e isso é bastante perigoso. Utilizar uma planta, juntamente com um medicamento sem prescrição médica, pode se transformar em uma “bomba” para o organismo”, ressalta.
Há a necessidade de conhecimento básico sobre plantas medicinais e principalmente quanto aos costumes da população, por parte dos profissionais da saúde. É o que afirma alguns especialistas, que os profissionais devem e precisam ser bem preparados pelas instituições, para que eles possam proporcionar suporte comunitário no emprego de plantas medicinais, oferecendo melhoria à saúde de menor custo, e resgatando valores culturais.
É muito importante que pesquisadores e a própria mídia (científica ou não), divulguem os riscos a que estão expostos os consumidores que se automedicam com as plantas medicinais, sem o conhecimento correto à sua utilização.
Algumas das plantas mais utilizadas em Teresina :
Romã: Adstringente, contra inflamações de garganta, amígdala e cólicas. Elimina vermes e lombrigas.
Quebra Pedra: Obteve sucesso em testes contra a hepatite tipo B. Dissolve caçulos renais, promove a desobstrução da uretra. Porém, contra indicado na gravidez.
Erva Cidreira: Tranqüilizante e sedativa. Indicada em crises nervosas e depressão.
Camomila:Tem propriedades calmantes, digestivas em casos de inflamações agudas e crônicas da mucosa gastrointestinal, cólicas e é também antiinflamatória.
Alcachofra: ótimo diurético (atua no rim, aumentando o volume e o grau do fluxo urinário), atua nos distúrbios digestivos, além de baixar a pressão arterial.
Alecrim: O chá é bom para combater a tosse, asma e gripe. Em banhos alivia o reumatismo e cura feridas.
Mastruz: Indicado nas moléstias das vias respiratórias, bronquites, asmas, catarros crônicos do pulmão, laringites.
Boldo da Terra: Indicado como analgésico, estimulante da digestão e combate azias. Efeitos colaterais: quando usado por longos períodos, pode causar irritação gástrica.
Noni: Dilatação dos vasos sanguíneos, melhorando a oxigenação e, consequentemente, a memória. A fruta contém betacaroteno, precursor da vitamina A arterial. Além ser rica em vitamina C e etc.
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