Conhecido regionalmente por seu artesanato de alta qualidade, muitas pessoas procuram no mercado preços acessíveis e produtos diversos. Além disso, nos corredores do lugar, a população ainda pode encontrar praça de alimentação, setor de carnes, setor de peixes, frutas, verduras, galeria e cereais.

As principais dificuldades que o mercado enfrenta é em sua infra-estrutura, que há anos não passa por uma reforma. Segundo o vendedor, Deusdete Rodrigues, ainda não tem rampa de acesso para deficientes físicos nas áreas externas do mercado. “Aqui existe uma grande quantidade de escadas, onde todo dia um cliente cai nessas escadas. Só tivemos mínimas reformas, fizeram uma pequena reforma na área do frigorífico, trocaram uma cerâmica aqui e ali, mas nunca uma grande reforma”. 

De acordo com o secretário municipal de planejamento, João Alberto Monteiro, toda a estrutura do mercado deverá ser reformada ainda no primeiro semestre e haverá uma requalificação de forma que o mercado se torne agradável e atrativo para a população. “Hoje, as cidades modernas possuem mercados que são grandes pontos de visitação e comércio. Em Teresina não pode ser diferente, contudo, para isso precisamos oferecer uma estrutura à altura. O mercado de Teresina será um modelo para a cidade”, explicou. Segundo a Presidente da Associação dos Permissionários do Mercado Central, Maria Melo, o prefeito Elmano Ferrer e o senador João Vicente Claudino estiveram no mercado, conversando com os permissionários, sobre a emenda constitucional que o mercado receberá de R$ 5 milhões de reais para transformar o mercado central em pólo Turístico e comercial do Estado. “A reforma será muito boa, mas acho que deveria ter uma parceria entre secretaria, administração e permissionários, para resolver os problemas. Acho que além da reforma, aqui deveria ter um posto de atendimento psico-social e posto de saúde, pois aqui tem muita gente com hipertensão e muitas crianças entrando na prostituição e nas drogas.”
OUTROS RECURSOS DO PAC
O recurso da emenda defendida por João Vicente Claudino faz parte do PAC-2 – Programa de Aceleração do Crescimento, que tem previsão de investimento de R$ 958,9 bilhões entre 2011 e 2014. Os focos são os mesmos da primeira etapa, iniciada em 2008: logística, energia e núcleo social-urbano, onde essa três frentes foram divididas em seis grupos: Cidade Melhor, Comunidade Cidadã, “Minha Casa, Minha Vida”, Água e Luz para Todos, energia e transportes.
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